Comércio varejista da Paraíba tem leve crescimento em maio, aponta IBGE

Em maio de 2019, o volume de vendas do varejo paraibano teve um leve aumento (0,1%) em relação a abril. O dado seguiu a tendência do Brasil que ficou praticamente estável (-0,1%) frente a abril, na série com ajuste sazonal, após recuo de 0,4%. Os números são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgado pelo IBGE.

Ainda na comparação com abril, o mês de maio teve uma pequena retração (-0,1%) no comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de Veículos, motos, partes e peças e de material de construção.

Levando em consideração a relação maio/2019 com maio/2018, o volume de vendas do comércio varejista na Paraíba teve uma queda de 7,1%. Além da Paraíba, outros 10 estados do Brasil também apresentaram queda no setor para o mês maio. Na mesma base de comparação, o volume de vendas do comércio varejista ampliado teve um leve recuo de 0,1%, acompanhado pelos estados do Rio de Janeiro e Piauí.

Variação da receita

O IBGE ainda informou a variação da receita de acordo com as vendas do comércio varejista e o comércio varejista ampliado na Paraíba. Segundo o PMC, em maio de 2019, a receita gerada pelo comércio varejista caiu 1,9%, enquanto o comércio varejista ampliado cresceu 3,9% no mesmo período.

Dados nacionais

Em comparação a abril, maio teve uma pequena queda no volume de vendas (-0,1%). A média móvel trimestral variou -0,1% e também mostrou estabilidade em relação ao trimestre encerrado em abril (-0,1%). Frente a maio de 2018, o comércio varejista avançou 1,0% em maio de 2019, segunda taxa positiva consecutiva. Com isso, o varejo acumulou um ganho de 0,7% no período de janeiro a maio de 2019. O acumulado nos últimos 12 meses, ao passar de 1,4% em abril para 1,3% em maio, ficou praticamente estável pelo terceiro mês seguido.

Na série com ajuste sazonal do comércio varejista, seis das oito atividades pesquisadas apresentaram taxas positivas. Os destaques foram para: Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,4%), Tecidos, vestuário e calçados (1,7%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,9%) e Móveis e eletrodomésticos (0,6%). As outras taxas positivas ficaram com Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (2,2%) e Livros, jornais, revistas e papelaria (0,4%). Pressionando negativamente, encontram-se Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-1,4%) e Combustíveis e lubrificantes (-0,8%).

 

Fonte: Fecomércio Paraíba com IBGE