{"id":877,"date":"2024-01-28T13:52:34","date_gmt":"2024-01-28T16:52:34","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost\/fecomercio\/?p=877"},"modified":"2025-01-21T10:34:14","modified_gmt":"2025-01-21T13:34:14","slug":"apos-quatro-meses-de-queda-varejistas-iniciam-ano-mais-otimistas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.fecomercio-pb.com.br\/?p=877","title":{"rendered":"Ap\u00f3s quatro meses de queda, varejistas iniciam ano mais otimistas"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>\u00cdndice de Confian\u00e7a do Empres\u00e1rio do Com\u00e9rcio subiu 0,8% em janeiro<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O \u00cdndice de Confian\u00e7a do Empres\u00e1rio do Com\u00e9rcio (Icec), apurado mensalmente pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Com\u00e9rcio de Bens, Servi\u00e7os e Turismo (CNC), atingiu 109,1 pontos em janeiro, com uma alta de 0,8% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. Essa recupera\u00e7\u00e3o interrompe uma sequ\u00eancia de quatro quedas consecutivas, revelando uma virada positiva nas perspectivas do varejo. A melhor percep\u00e7\u00e3o sobre o consumo atual no m\u00eas de janeiro contribui para o aumento do otimismo, indicando que as condi\u00e7\u00f5es de mercado est\u00e3o em sintonia com as expectativas dos comerciantes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para o presidente da CNC,&nbsp;<strong><a href=\"https:\/\/t.rdsv2.net\/ls\/click?upn=2LabrnLLVtCTZILOyveK3LeYwKs1CT27byvGosSqKOiT-2F7vVXsI95gZU2I0jAv3YvRxV0QCvRfIkFEjfonxp5J7lhe-2F8hLy2RXP2X25Q5ha-2F3GPglIE2pq93ASnqv2ismuyoj-2BdFEaouI0zcuLKMTKitN-2BH6IAPGdyluLmKEw6g-3DcP3__L5T5dan4ilxOEwn-2Fmz4hsBDgPRJPJPbd6YSGtED6UakPSWMVwzuJ0TvE0QfGgij-2BBREpleHmqw8jCHSLFVMz7uyeBCrluCrybjIuCKEc0ii2KVZGyJM15H8fygD3EiTc-2FO4sv3yRbMvALMlsTkq3dtpaNHAimUklnDtDprKT0U-2B6xvvOG6akkcaUkb2vaKYbWFMZtOjYKkDi2c1k-2Bo18GpOfLCnjEFVJ5Oh5PheHpGS9-2F2SO5TbjhYN0MTmt06aZae098u7HGz2RRwuz-2BOgovC1rINW7Fs43IGAg0AoH675bAU0-2BcE1cVlA6DJ2iUyWu8N9doThj26qCtIV-2F9wBvqCSPVbPBAFyRbAujEXHsJFudLcGQGU2cQSNANNoTGb8WH4Oekoruh7Yh24Uera-2BeAD7uKzvYI-2F8AoLSC7FvLHETZWL7CR38Y2v1wUMYMxgQ3ggJ7YTeTeBmu7Li73zy8FPfb-2BGeejK66j6fRjbPxOitQPDwC-2Ff-2FpR-2BTynxG1eRxhIFgKYW-2FAoLpgj-2FzpGNYftIRRj8i0UT3ABTLH6CTJw1213taH2VnSkzskcsTpG43-2FOLddSWBQ5A2AC-2BYnzAKf-2FJC-2FaEQ02P0yoLYSjzX8KoUHAg203vMniG-2BEe4-2Fh0J5ojfohdUAJ9TVZliixB3P-2Fy6Af5wzDDrmM8qg-2B7pvmoDU-3D\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">Jos\u00e9 Roberto Tadros<\/a><\/strong>, a recupera\u00e7\u00e3o do Icec em janeiro \u00e9 um sinal positivo para o come\u00e7o de 2024. \u201cAponta um otimismo moderado, aliado \u00e0 melhora das condi\u00e7\u00f5es atuais do setor, mas com a prud\u00eancia necess\u00e1ria diante do atual cen\u00e1rio\u201d, afirma Tadros. Para ele, a confian\u00e7a dos varejistas junto com os dados da pesquisa Inten\u00e7\u00e3o de Consumo das Fam\u00edlias (ICF), que mostraram maior predisposi\u00e7\u00e3o das fam\u00edlias brasileiras para consumir, refletem um equil\u00edbrio entre otimismo e cautela.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Confian\u00e7a em alta<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O destaque desse per\u00edodo foi o crescimento de 4,5% na confian\u00e7a dos empres\u00e1rios em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s condi\u00e7\u00f5es atuais do setor, na compara\u00e7\u00e3o com dezembro do ano passado. Conforme o economista-chefe da CNC, Felipe Tavares, essa taxa positiva representa a primeira leitura positiva ap\u00f3s quatro meses consecutivos. O indicador sugere uma melhora da sa\u00fade financeira das empresas do com\u00e9rcio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As expectativas dos empres\u00e1rios tamb\u00e9m registraram incremento, com o indicador geral apresentando um aumento de 0,3%. \u201cEsse resultado significou a sa\u00edda das taxas anuais negativas, indicando um retorno \u00e0 estabilidade entre janeiro de 2024 e 2023\u201d, explica Felipe Tavares. A expectativa dos varejistas para suas empresas registrou a maior varia\u00e7\u00e3o mensal desse grupo de indicadores \u2013 0,6%. Al\u00e9m disso, a expectativa para a economia destacou-se na varia\u00e7\u00e3o anual, com acr\u00e9scimo de 1,1%. \u201cO conjunto desses dados mostra maior otimismo entre os empres\u00e1rios no presente, contrastando com perspectivas mais cautelosas para o futuro\u201d, avalia o economista-chefe da CNC.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Queda das inten\u00e7\u00f5es de investimento<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As inten\u00e7\u00f5es de investimento, no entanto, tiveram uma leve queda de 0,1%, refletindo a cautela dos consumidores para os pr\u00f3ximos meses. No detalhamento dos itens analisados, a contrata\u00e7\u00e3o de funcion\u00e1rios e a avalia\u00e7\u00e3o dos estoques foram os \u00fanicos indicadores com uma retra\u00e7\u00e3o de 1% em ambos. A queda mensal das inten\u00e7\u00f5es de investimento revela o cuidado dos empres\u00e1rios em alocar mais capital na empresa antes de terem sua confian\u00e7a confirmada, apontando um ambiente de incerteza econ\u00f4mica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A propor\u00e7\u00e3o de comerciantes que planejam reduzir suas contrata\u00e7\u00f5es atingiu 37% em janeiro de 2024, o maior n\u00edvel desde junho de 2023. Essa expectativa reflete a preocupa\u00e7\u00e3o dos consumidores com o mercado de trabalho, uma tend\u00eancia tamb\u00e9m observada nos resultados de janeiro da pesquisa Inten\u00e7\u00e3o de Consumo das Fam\u00edlias (ICF), tamb\u00e9m realizada pela CNC. O alto n\u00edvel de inadimpl\u00eancia das empresas, que chega a 3,6%, representa a maior dificuldade dos estabelecimentos em manter seus fluxos de capital, mesmo com as taxas de juros mais acess\u00edveis do que no ano passado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Com\u00e9rcio de bens essenciais \u00e9 o mais otimista<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A confian\u00e7a do empres\u00e1rio do com\u00e9rcio cresceu em janeiro em todos os segmentos do varejo pesquisados. O com\u00e9rcio de produtos de bens essenciais teve o maior crescimento mensal, atingindo um aumento de 3,8% nas s\u00e9ries com ajuste sazonal. J\u00e1 o grupo de produtos dur\u00e1veis aumentou 1,6%, beneficiado pelo acesso facilitado a esses produtos por causa dos juros mais amenos, conforme revelado pela ICF. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 percep\u00e7\u00e3o atual do com\u00e9rcio, a \u00fanica atividade em queda foi a de bens semidur\u00e1veis, apresentando uma retra\u00e7\u00e3o de 1,2%. Esse decl\u00ednio pode ser atribu\u00eddo ao foco das fam\u00edlias em bens essenciais, refletindo uma queda de 0,5% na ICF de janeiro. Apesar de os dur\u00e1veis n\u00e3o estarem nessa categoria, foram auxiliados pela melhora do mercado de cr\u00e9dito.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mesmo com o corte de juros favorecendo o segmento de bens dur\u00e1veis, os empres\u00e1rios desse setor ainda enfrentam desafios. Conforme Felipe Tavares, as fam\u00edlias, j\u00e1 endividadas, controlam seu or\u00e7amento para evitar a inadimpl\u00eancia, impactando as inten\u00e7\u00f5es de investimento. \u201cAssim, esses comerciantes n\u00e3o experimentam totalmente os efeitos positivos dos cortes na Selic, uma vez que a demanda est\u00e1 desaquecida\u201d, conclui o economista-chefe.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/t.rdsv2.net\/ls\/click?upn=2LabrnLLVtCTZILOyveK3K3Pkv84oIZ1H1yD2XPQLd8RaN2cVQ3ixJ-2F2-2BBiPIdua-2FG8SY7tO1TGcrevMW0P2hlQReJvL-2FrbmwGoUIzMaUr6qA2czJP8ko8XeucDY6QNLAfLYjvE3954LjRrZ6-2B1YVmtQUdVddLw8zsGzmh30bKYspdA1jQ9g64d4-2FmdThuMO02-2BBD6CRwuKp8taavylorP0vKnl7ECfWUbfL0P5GMcTVsdLHJ982jeYE5IMDJLmbT1L7mzbGEiJlQ6XP0AExsg-3D-3DQDSi_L5T5dan4ilxOEwn-2Fmz4hsBDgPRJPJPbd6YSGtED6UakPSWMVwzuJ0TvE0QfGgij-2BBREpleHmqw8jCHSLFVMz7uyeBCrluCrybjIuCKEc0ii2KVZGyJM15H8fygD3EiTc-2FO4sv3yRbMvALMlsTkq3dtpaNHAimUklnDtDprKT0U-2B6xvvOG6akkcaUkb2vaKYbWFMZtOjYKkDi2c1k-2Bo18GpOfLCnjEFVJ5Oh5PheHpGS9-2F2SO5TbjhYN0MTmt06aZae098u7HGz2RRwuz-2BOgovC1rINW7Fs43IGAg0AoH675bAU0-2BcE1cVlA6DJ2iUyWu8N9doThj26qCtIV-2F9wBvqCSPVbPBAFyRbAujEXHsJFudLcGQGU2cQSNANNoTGb8WH4Oekoruh7Yh24Uera-2BeAD7uKzvYI-2F8AoLSC7FvLHETZWL7CR38Y2v1wUMYMxgQ3ggJ7YTeTeBmu7Li73zy8FPfb-2BGeejK66j6fRjbPxOitQPDwC-2Ff-2FpR-2BTynxG1eRxhIFgKYW-2FAoLpgj-2FzpGNYftE5Tc4UVVtYJBSQx7zYurN0ahInwFfIfLUP-2FoC5ONGDO9KavoDjSuqrv7TKCaZeG-2FYET9zae3BK1i7NPh-2BDgi5I3iOAvS0hJmHV0L0ivvQDuECg48rAIIKSinAk7Srg-2FeXbgTZ9r8-2BbT1RBOoeno1Zk-3D\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\"><strong>Confira a an\u00e1lise completa e a s\u00e9rie hist\u00f3rica<\/strong><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00cdndice de Confian\u00e7a do Empres\u00e1rio do Com\u00e9rcio subiu 0,8% em janeiro O \u00cdndice de Confian\u00e7a do Empres\u00e1rio do Com\u00e9rcio (Icec), apurado mensalmente pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Com\u00e9rcio de Bens, Servi\u00e7os e Turismo (CNC), atingiu 109,1 pontos em janeiro, com uma alta de 0,8% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. Essa recupera\u00e7\u00e3o interrompe uma sequ\u00eancia de quatro quedas consecutivas, revelando uma virada positiva nas perspectivas do varejo. A melhor percep\u00e7\u00e3o sobre o consumo atual no m\u00eas de janeiro contribui para o aumento do otimismo, indicando que as condi\u00e7\u00f5es de mercado est\u00e3o em sintonia com as expectativas dos comerciantes. Para o presidente da CNC,&nbsp;Jos\u00e9 Roberto Tadros, a recupera\u00e7\u00e3o do Icec em janeiro \u00e9 um sinal positivo para o come\u00e7o de 2024. \u201cAponta um otimismo moderado, aliado \u00e0 melhora das condi\u00e7\u00f5es atuais do setor, mas com a prud\u00eancia necess\u00e1ria diante do atual cen\u00e1rio\u201d, afirma Tadros. Para ele, a confian\u00e7a dos varejistas junto com os dados da pesquisa Inten\u00e7\u00e3o de Consumo das Fam\u00edlias (ICF), que mostraram maior predisposi\u00e7\u00e3o das fam\u00edlias brasileiras para consumir, refletem um equil\u00edbrio entre otimismo e cautela. Confian\u00e7a em alta O destaque desse per\u00edodo foi o crescimento de 4,5% na confian\u00e7a dos empres\u00e1rios em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s condi\u00e7\u00f5es atuais do setor, na compara\u00e7\u00e3o com dezembro do ano passado. Conforme o economista-chefe da CNC, Felipe Tavares, essa taxa positiva representa a primeira leitura positiva ap\u00f3s quatro meses consecutivos. O indicador sugere uma melhora da sa\u00fade financeira das empresas do com\u00e9rcio. As expectativas dos empres\u00e1rios tamb\u00e9m registraram incremento, com o indicador geral apresentando um aumento de 0,3%. \u201cEsse resultado significou a sa\u00edda das taxas anuais negativas, indicando um retorno \u00e0 estabilidade entre janeiro de 2024 e 2023\u201d, explica Felipe Tavares. A expectativa dos varejistas para suas empresas registrou a maior varia\u00e7\u00e3o mensal desse grupo de indicadores \u2013 0,6%. Al\u00e9m disso, a expectativa para a economia destacou-se na varia\u00e7\u00e3o anual, com acr\u00e9scimo de 1,1%. \u201cO conjunto desses dados mostra maior otimismo entre os empres\u00e1rios no presente, contrastando com perspectivas mais cautelosas para o futuro\u201d, avalia o economista-chefe da CNC. Queda das inten\u00e7\u00f5es de investimento As inten\u00e7\u00f5es de investimento, no entanto, tiveram uma leve queda de 0,1%, refletindo a cautela dos consumidores para os pr\u00f3ximos meses. No detalhamento dos itens analisados, a contrata\u00e7\u00e3o de funcion\u00e1rios e a avalia\u00e7\u00e3o dos estoques foram os \u00fanicos indicadores com uma retra\u00e7\u00e3o de 1% em ambos. A queda mensal das inten\u00e7\u00f5es de investimento revela o cuidado dos empres\u00e1rios em alocar mais capital na empresa antes de terem sua confian\u00e7a confirmada, apontando um ambiente de incerteza econ\u00f4mica. A propor\u00e7\u00e3o de comerciantes que planejam reduzir suas contrata\u00e7\u00f5es atingiu 37% em janeiro de 2024, o maior n\u00edvel desde junho de 2023. Essa expectativa reflete a preocupa\u00e7\u00e3o dos consumidores com o mercado de trabalho, uma tend\u00eancia tamb\u00e9m observada nos resultados de janeiro da pesquisa Inten\u00e7\u00e3o de Consumo das Fam\u00edlias (ICF), tamb\u00e9m realizada pela CNC. O alto n\u00edvel de inadimpl\u00eancia das empresas, que chega a 3,6%, representa a maior dificuldade dos estabelecimentos em manter seus fluxos de capital, mesmo com as taxas de juros mais acess\u00edveis do que no ano passado. Com\u00e9rcio de bens essenciais \u00e9 o mais otimista A confian\u00e7a do empres\u00e1rio do com\u00e9rcio cresceu em janeiro em todos os segmentos do varejo pesquisados. O com\u00e9rcio de produtos de bens essenciais teve o maior crescimento mensal, atingindo um aumento de 3,8% nas s\u00e9ries com ajuste sazonal. J\u00e1 o grupo de produtos dur\u00e1veis aumentou 1,6%, beneficiado pelo acesso facilitado a esses produtos por causa dos juros mais amenos, conforme revelado pela ICF. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 percep\u00e7\u00e3o atual do com\u00e9rcio, a \u00fanica atividade em queda foi a de bens semidur\u00e1veis, apresentando uma retra\u00e7\u00e3o de 1,2%. Esse decl\u00ednio pode ser atribu\u00eddo ao foco das fam\u00edlias em bens essenciais, refletindo uma queda de 0,5% na ICF de janeiro. Apesar de os dur\u00e1veis n\u00e3o estarem nessa categoria, foram auxiliados pela melhora do mercado de cr\u00e9dito. Mesmo com o corte de juros favorecendo o segmento de bens dur\u00e1veis, os empres\u00e1rios desse setor ainda enfrentam desafios. Conforme Felipe Tavares, as fam\u00edlias, j\u00e1 endividadas, controlam seu or\u00e7amento para evitar a inadimpl\u00eancia, impactando as inten\u00e7\u00f5es de investimento. \u201cAssim, esses comerciantes n\u00e3o experimentam totalmente os efeitos positivos dos cortes na Selic, uma vez que a demanda est\u00e1 desaquecida\u201d, conclui o economista-chefe. 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