{"id":883,"date":"2024-02-02T11:21:38","date_gmt":"2024-02-02T14:21:38","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost\/fecomercio\/?p=883"},"modified":"2025-01-21T10:33:40","modified_gmt":"2025-01-21T13:33:40","slug":"classe-media-terminou-janeiro-menos-endividada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.fecomercio-pb.com.br\/?p=883","title":{"rendered":"Classe m\u00e9dia terminou janeiro menos endividada"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Inadimpl\u00eancia \u00e9 a menor em 22 meses, e percentual de fam\u00edlias com renda de zero a tr\u00eas sal\u00e1rios m\u00ednimos que n\u00e3o t\u00eam como pagar d\u00edvidas caiu 1 ponto percentual em um ano<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Janeiro foi um m\u00eas de aumento do endividamento da popula\u00e7\u00e3o, conforme indica a Pesquisa de Endividamento e Inadimpl\u00eancia do Consumidor (Peic), realizada mensalmente pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Com\u00e9rcio de Bens, Servi\u00e7os e Turismo (CNC). O percentual de fam\u00edlias que relataram ter d\u00edvidas a vencer foi de 78,1% em janeiro, um aumento de 0,5 ponto percentual (p.p.) em rela\u00e7\u00e3o a dezembro e de 0,1% no comparativo com janeiro do ano passado. No entanto, a taxa diminuiu entre as fam\u00edlias de classe m\u00e9dia que t\u00eam rendimento entre 5 e 10 sal\u00e1rios m\u00ednimos, atingindo 76,4% desses consumidores. Nesse caso, houve queda de 1,9 p.p. perante dezembro e 0,8 p.p. na compara\u00e7\u00e3o com janeiro de 2023.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">J\u00e1 a inadimpl\u00eancia caiu 0,5 p.p. em janeiro, na compara\u00e7\u00e3o mensal, e 1,6 p.p. em rela\u00e7\u00e3o a janeiro de 2023. A porcentagem de fam\u00edlias com d\u00edvidas em atraso fechou o m\u00eas em 28,3%, o menor n\u00edvel desde mar\u00e7o de 2022. Entre os inadimplentes, a CNC monitora tamb\u00e9m os que afirmam n\u00e3o ter condi\u00e7\u00f5es de pagar suas d\u00edvidas, estes alcan\u00e7ando, em janeiro, o percentual de 12% das fam\u00edlias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O presidente da CNC, Jos\u00e9 Roberto Tadros, destaca que, em aspecto geral, a Peic de janeiro mostra um cen\u00e1rio positivo para 2024. \u201cAs pessoas est\u00e3o conseguindo, aos poucos, quitar suas d\u00edvidas para contrair outras e adquirir novos produtos, planejar viagens, enfim, voltar a consumir com mais f\u00f4lego\u201d, avalia o presidente. Segundo Tadros, as proje\u00e7\u00f5es da Confedera\u00e7\u00e3o apontam que 2024 deve continuar, gradualmente, com aumento do endividamento e redu\u00e7\u00e3o das fam\u00edlias inadimplentes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Diminui inadimpl\u00eancia entre fam\u00edlias com menor renda<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre as fam\u00edlias com renda at\u00e9 tr\u00eas sal\u00e1rios m\u00ednimos, 35,6% est\u00e3o inadimplentes e 16,4% n\u00e3o sabem como v\u00e3o quitar os atrasados. Apesar de esta ser a faixa de renda com maiores \u00edndices de d\u00edvidas em atraso, a inadimpl\u00eancia teve queda de 3,1 p.p., na compara\u00e7\u00e3o anual, e de 0,7 p.p. em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. Dessas fam\u00edlias, diminuiu em 1 p.p. as que declararam n\u00e3o ter condi\u00e7\u00f5es de pagar as d\u00edvidas em atraso em rela\u00e7\u00e3o a janeiro do ano passado e 0,3 p.p. menos que em dezembro. Apesar de terem mais dificuldade de pagamento, a maior parte desses consumidores (29%) considera-se pouco endividada \u2013 mesmo que este seja o grupo com a maior fatia de renda comprometida com d\u00edvidas, 32% entre os que responderam \u00e0 pesquisa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Financiamento imobili\u00e1rio \u00e9 o maior em 22 meses<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apesar de o cart\u00e3o de cr\u00e9dito continuar sendo o mais utilizado, com 86,8% do total de endividados nessa modalidade em janeiro, houve queda de 1 p.p. no comparativo com janeiro do ano passado e 0,4 p.p. perante dezembro. O economista-chefe da CNC, Felipe Tavares, ressalta que o uso consciente do cart\u00e3o de cr\u00e9dito \u00e9 importante para um mercado de cr\u00e9dito saud\u00e1vel e sustent\u00e1vel, j\u00e1 que essa modalidade apresenta a maior taxa de juros entre as op\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito e apresenta o maior n\u00edvel de inadimpl\u00eancia entre os consumidores, em 53% novembro de 2023 segundo dados Banco Central.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por outro lado, o cr\u00e9dito pessoal e o cr\u00e9dito consignado avan\u00e7aram no ano (altas de 1,6 p.p. e 0,6 p.p., respectivamente). Um destaque \u00e9 o financiamento imobili\u00e1rio, que aumentou 1,4 p.p. em rela\u00e7\u00e3o a janeiro do ano passado, fechando o m\u00eas em 8,4% do total, maior percentual desde mar\u00e7o de 2022.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outra constata\u00e7\u00e3o da Peic de janeiro \u00e9 que houve redu\u00e7\u00e3o de 2,4 p.p. nas d\u00edvidas em carn\u00eas, formato de cr\u00e9dito que esteve em crescimento em 2022 e, em 2023, inverteu a trajet\u00f3ria para uma queda praticamente constante. Em janeiro passado, o gasto em carn\u00eas era de 18,6%. No m\u00eas passado, foi de 16,2%. \u201cAinda assim, \u00e9 a segunda modalidade mais procurada\u201d, reitera Felipe Tavares.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Endividamento e inadimpl\u00eancia aumentam entre os mais instru\u00eddos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O endividamento aumentou entre os consumidores com ensino m\u00e9dio completo e atingiu 78,5%. O crescimento foi de 0,5 p.p. no m\u00eas e 1,1 p.p. no ano. Eles tamb\u00e9m est\u00e3o mais inadimplentes na compara\u00e7\u00e3o com janeiro de 2023: houve um ligeiro aumento, de 0,2 p.p., fazendo o \u00edndice chegar a 27,3%. Em rela\u00e7\u00e3o a dezembro, no entanto, houve queda de 0,4 p.p.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na outra ponta, os com menor escolaridade diminu\u00edram o seu grau de endividamento, fechando o m\u00eas em 72,1%, 1,6 p.p. a menos que em dezembro. No ano, a queda foi de 5,5 p.p. A inadimpl\u00eancia entre esse grupo tamb\u00e9m caiu, e de forma mais significativa: em janeiro, eram 29,3% dos consumidores com menos escolaridade que estavam com contas atrasadas, uma queda de 3,4 p.p. em rela\u00e7\u00e3o a dezembro e de 2,1 p.p. no comparativo com janeiro de 2023.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O economista Felipe Tavares indica que os de maior escolaridade normalmente t\u00eam empregos mais est\u00e1veis e mais bem remunerados, o que faz com que essas pessoas consigam arcar com mais d\u00edvidas sem ficar inadimplentes, tend\u00eancia que vem sendo observada desde outubro passado. \u201cComo os menos instru\u00eddos geralmente t\u00eam menor renda, precisam controlar melhor seu or\u00e7amento, o que explica a redu\u00e7\u00e3o da inadimpl\u00eancia e do endividamento com maior intensidade\u201d, ressalta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/t.rdsv2.net\/ls\/click?upn=2LabrnLLVtCTZILOyveK3K3Pkv84oIZ1H1yD2XPQLd8RaN2cVQ3ixJ-2F2-2BBiPIdua88Oa18Q87g-2FiBXLhVSmDaoa4orGdfcqN3YMiuxsRO9i9GeMzCWMw6ICiIl46MECKw5IbcgWw9xyxzOdNkyZh9t6o3eEvGNMwccmnmOjQW2seFt50Qd5kFjAwGnodWXWH-2FMwxxNh1BqDo-2BAIwadegG4ZcsTYt8wrNheiNPci8kZWbFSwAVQFmltxNL8d8ue6n3Mtcd7JkX-2FRhe5PiPwfaKaUEt-2FLyzi14P4lE-2BduZdPI-3DCgW7_L5T5dan4ilxOEwn-2Fmz4hsBDgPRJPJPbd6YSGtED6UakPSWMVwzuJ0TvE0QfGgij-2BBREpleHmqw8jCHSLFVMz7uyeBCrluCrybjIuCKEc0ii2KVZGyJM15H8fygD3EiTcV02V5J297QxWT2REobc-2BFbTSUB38tIEk7eVxyUypqthzv1pWHffw7fzgTAnDoNM3npBqdm1yZF4LSfT5sRxn8AOeBO-2FapXt03l-2FYYM4lejOAhQKXWDYdClsraL-2F8FQI-2BtF9T-2FwGrrUilrJNxyILcgI2eGnrbkSyWHoicN44xOY-2B9-2BUKRUd-2FoYuw-2F-2FQw8UOqC3XXDajCX-2FyuR1-2BAf3F-2Btzia61EFZKoegzLGeKClSXTtCxjiKoucoLd5KTxcMdp04urMXn706KUQxcBEn-2FokKHZqa0sky7PFcww5ygCd4LBNfsRrKUH2RuXew2RQP7OdERfE13NBqKeiHuYyzUQikNvOoz4FF0JqgwDUnxyp8rrGpYlkN1DZq5mrb4ZVPffkDmNxd7icVzeYGLN1dxiqOYJB1wgpW-2B-2B-2B8l8Q-2FyCF9mDko2zXD3oeYhjK9WQ93epIrqVFIIixDLdUp6WspCNXfltfRMD5V1c-2FDBeCDARhS8Gu4bYe3cRFxrPvFh8hkZA-2BBZ0hpq-2FzsuHYsnkIyOm6BvrrPvkaVIN7j-2F4LjxGdX0NM-3D\" target=\"_blank\"><strong>Veja a pesquisa completa<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Fonte: CNC.org<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Inadimpl\u00eancia \u00e9 a menor em 22 meses, e percentual de fam\u00edlias com renda de zero a tr\u00eas sal\u00e1rios m\u00ednimos que n\u00e3o t\u00eam como pagar d\u00edvidas caiu 1 ponto percentual em um ano Janeiro foi um m\u00eas de aumento do endividamento da popula\u00e7\u00e3o, conforme indica a Pesquisa de Endividamento e Inadimpl\u00eancia do Consumidor (Peic), realizada mensalmente pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Com\u00e9rcio de Bens, Servi\u00e7os e Turismo (CNC). O percentual de fam\u00edlias que relataram ter d\u00edvidas a vencer foi de 78,1% em janeiro, um aumento de 0,5 ponto percentual (p.p.) em rela\u00e7\u00e3o a dezembro e de 0,1% no comparativo com janeiro do ano passado. No entanto, a taxa diminuiu entre as fam\u00edlias de classe m\u00e9dia que t\u00eam rendimento entre 5 e 10 sal\u00e1rios m\u00ednimos, atingindo 76,4% desses consumidores. Nesse caso, houve queda de 1,9 p.p. perante dezembro e 0,8 p.p. na compara\u00e7\u00e3o com janeiro de 2023. J\u00e1 a inadimpl\u00eancia caiu 0,5 p.p. em janeiro, na compara\u00e7\u00e3o mensal, e 1,6 p.p. em rela\u00e7\u00e3o a janeiro de 2023. A porcentagem de fam\u00edlias com d\u00edvidas em atraso fechou o m\u00eas em 28,3%, o menor n\u00edvel desde mar\u00e7o de 2022. Entre os inadimplentes, a CNC monitora tamb\u00e9m os que afirmam n\u00e3o ter condi\u00e7\u00f5es de pagar suas d\u00edvidas, estes alcan\u00e7ando, em janeiro, o percentual de 12% das fam\u00edlias. O presidente da CNC, Jos\u00e9 Roberto Tadros, destaca que, em aspecto geral, a Peic de janeiro mostra um cen\u00e1rio positivo para 2024. \u201cAs pessoas est\u00e3o conseguindo, aos poucos, quitar suas d\u00edvidas para contrair outras e adquirir novos produtos, planejar viagens, enfim, voltar a consumir com mais f\u00f4lego\u201d, avalia o presidente. Segundo Tadros, as proje\u00e7\u00f5es da Confedera\u00e7\u00e3o apontam que 2024 deve continuar, gradualmente, com aumento do endividamento e redu\u00e7\u00e3o das fam\u00edlias inadimplentes. Diminui inadimpl\u00eancia entre fam\u00edlias com menor renda Entre as fam\u00edlias com renda at\u00e9 tr\u00eas sal\u00e1rios m\u00ednimos, 35,6% est\u00e3o inadimplentes e 16,4% n\u00e3o sabem como v\u00e3o quitar os atrasados. Apesar de esta ser a faixa de renda com maiores \u00edndices de d\u00edvidas em atraso, a inadimpl\u00eancia teve queda de 3,1 p.p., na compara\u00e7\u00e3o anual, e de 0,7 p.p. em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. Dessas fam\u00edlias, diminuiu em 1 p.p. as que declararam n\u00e3o ter condi\u00e7\u00f5es de pagar as d\u00edvidas em atraso em rela\u00e7\u00e3o a janeiro do ano passado e 0,3 p.p. menos que em dezembro. Apesar de terem mais dificuldade de pagamento, a maior parte desses consumidores (29%) considera-se pouco endividada \u2013 mesmo que este seja o grupo com a maior fatia de renda comprometida com d\u00edvidas, 32% entre os que responderam \u00e0 pesquisa. Financiamento imobili\u00e1rio \u00e9 o maior em 22 meses Apesar de o cart\u00e3o de cr\u00e9dito continuar sendo o mais utilizado, com 86,8% do total de endividados nessa modalidade em janeiro, houve queda de 1 p.p. no comparativo com janeiro do ano passado e 0,4 p.p. perante dezembro. O economista-chefe da CNC, Felipe Tavares, ressalta que o uso consciente do cart\u00e3o de cr\u00e9dito \u00e9 importante para um mercado de cr\u00e9dito saud\u00e1vel e sustent\u00e1vel, j\u00e1 que essa modalidade apresenta a maior taxa de juros entre as op\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito e apresenta o maior n\u00edvel de inadimpl\u00eancia entre os consumidores, em 53% novembro de 2023 segundo dados Banco Central. Por outro lado, o cr\u00e9dito pessoal e o cr\u00e9dito consignado avan\u00e7aram no ano (altas de 1,6 p.p. e 0,6 p.p., respectivamente). Um destaque \u00e9 o financiamento imobili\u00e1rio, que aumentou 1,4 p.p. em rela\u00e7\u00e3o a janeiro do ano passado, fechando o m\u00eas em 8,4% do total, maior percentual desde mar\u00e7o de 2022. Outra constata\u00e7\u00e3o da Peic de janeiro \u00e9 que houve redu\u00e7\u00e3o de 2,4 p.p. nas d\u00edvidas em carn\u00eas, formato de cr\u00e9dito que esteve em crescimento em 2022 e, em 2023, inverteu a trajet\u00f3ria para uma queda praticamente constante. Em janeiro passado, o gasto em carn\u00eas era de 18,6%. No m\u00eas passado, foi de 16,2%. \u201cAinda assim, \u00e9 a segunda modalidade mais procurada\u201d, reitera Felipe Tavares. Endividamento e inadimpl\u00eancia aumentam entre os mais instru\u00eddos O endividamento aumentou entre os consumidores com ensino m\u00e9dio completo e atingiu 78,5%. O crescimento foi de 0,5 p.p. no m\u00eas e 1,1 p.p. no ano. Eles tamb\u00e9m est\u00e3o mais inadimplentes na compara\u00e7\u00e3o com janeiro de 2023: houve um ligeiro aumento, de 0,2 p.p., fazendo o \u00edndice chegar a 27,3%. Em rela\u00e7\u00e3o a dezembro, no entanto, houve queda de 0,4 p.p. Na outra ponta, os com menor escolaridade diminu\u00edram o seu grau de endividamento, fechando o m\u00eas em 72,1%, 1,6 p.p. a menos que em dezembro. No ano, a queda foi de 5,5 p.p. A inadimpl\u00eancia entre esse grupo tamb\u00e9m caiu, e de forma mais significativa: em janeiro, eram 29,3% dos consumidores com menos escolaridade que estavam com contas atrasadas, uma queda de 3,4 p.p. em rela\u00e7\u00e3o a dezembro e de 2,1 p.p. no comparativo com janeiro de 2023. O economista Felipe Tavares indica que os de maior escolaridade normalmente t\u00eam empregos mais est\u00e1veis e mais bem remunerados, o que faz com que essas pessoas consigam arcar com mais d\u00edvidas sem ficar inadimplentes, tend\u00eancia que vem sendo observada desde outubro passado. \u201cComo os menos instru\u00eddos geralmente t\u00eam menor renda, precisam controlar melhor seu or\u00e7amento, o que explica a redu\u00e7\u00e3o da inadimpl\u00eancia e do endividamento com maior intensidade\u201d, ressalta. Veja a pesquisa completa Fonte: CNC.org<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":884,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[31,27,28],"tags":[],"class_list":["post-883","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cnc","category-economia","category-pesquisas"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.fecomercio-pb.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/883","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.fecomercio-pb.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.fecomercio-pb.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fecomercio-pb.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fecomercio-pb.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=883"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.fecomercio-pb.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/883\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":885,"href":"https:\/\/www.fecomercio-pb.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/883\/revisions\/885"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fecomercio-pb.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/884"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.fecomercio-pb.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=883"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fecomercio-pb.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=883"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.fecomercio-pb.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=883"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}