{"id":927,"date":"2024-02-10T10:41:26","date_gmt":"2024-02-10T13:41:26","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost\/fecomercio\/?p=927"},"modified":"2025-01-21T10:33:20","modified_gmt":"2025-01-21T13:33:20","slug":"servicos-crescem-pelo-quarto-ano-consecutivo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.fecomercio-pb.com.br\/?p=927","title":{"rendered":"Servi\u00e7os crescem pelo quarto ano consecutivo"},"content":{"rendered":"<p><em>Setor tem o melhor desempenho na economia brasileira, enquanto turismo apresenta avan\u00e7o mais modesto. CNC projeta aumento de 1,9% e 2,3% para ambos, respectivamente.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O volume de receitas das atividades terci\u00e1rias tem o melhor desempenho dentre os setores da economia brasileira, segundo an\u00e1lise da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Com\u00e9rcio de Bens, Servi\u00e7os e Turismo (CNC), com base nos resultados da Pesquisa Mensal de Servi\u00e7os (PMS), divulgados, nesta sexta-feira (9), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). Este \u00e9 o quarto ano consecutivo de avan\u00e7os reais no setor, que chegou a registrar queda de 7,8% no in\u00edcio da pandemia de covid-19. A CNC projeta crescimentos de 1,9% e 2,3% nos servi\u00e7os e turismo, respectivamente, em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado.<\/p>\n<p>\u201cEste resultado mostra a alta relev\u00e2ncia das nossas atividades para o fortalecimento da economia nacional que, ap\u00f3s per\u00edodos dif\u00edceis, sobretudo pela crise multissetorial causada pela covid-19, tem apresentado consistentes \u00edndices de retomada\u201d, destaca o presidente da CNC, Jos\u00e9 Roberto Tadros.<\/p>\n<p><strong>Servi\u00e7os seguem em alta<\/strong><\/p>\n<p>Seguindo a tend\u00eancia do ano anterior, em 2023, o volume de servi\u00e7os prestados \u00e0s fam\u00edlias (4,7%) puxou o crescimento das atividades terci\u00e1rias, beneficiadas pela desacelera\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os livres dos intang\u00edveis, de 7,6%, em 2022, para 6,2% no ano passado. Em seguida, est\u00e3o os servi\u00e7os profissionais administrativos e complementares (3,7%) e de informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o (3,4%).<br \/>\nEm m\u00e9dia, essas atividades mostraram, em 2023, um n\u00edvel de atividade 11,7% acima do apresentado no per\u00edodo pr\u00e9-pandemia. Este foi o melhor crescimento entre os grandes setores da economia nacional, sendo 0,7% para a Ind\u00fastria, 2,9% para o Com\u00e9rcio e 3,6 para o Turismo.<\/p>\n<p>\u201cA t\u00edtulo comparativo, nenhum outro grande setor econ\u00f4mico reagiu t\u00e3o significativamente nesse per\u00edodo quanto os servi\u00e7os\u201d, avalia Fabio Bentes, economista da CNC respons\u00e1vel pela an\u00e1lise.<\/p>\n<p><strong>Turismo cresce moderadamente<\/strong><\/p>\n<p>A chegada da alta temporada para o turismo tem contribu\u00eddo para a revitaliza\u00e7\u00e3o da atividade no Brasil. Segundo dados recentes, apurados pela CNC, o setor deve faturar R$ 169 bilh\u00f5es entre novembro de 2023 e fevereiro de 2024 \u2013 uma alta real de 11% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado.<\/p>\n<p>O turismo foi a atividade mais afetada pela crise sanit\u00e1ria, tendo perdido dois ter\u00e7os das suas receitas apenas nos dois primeiros meses de pandemia. Em algumas atividades espec\u00edficas do setor, como o transporte a\u00e9reo, as perdas foram ainda mais significativas, como diminui\u00e7\u00e3o de 95% no fluxo de passageiros, naquele per\u00edodo.<\/p>\n<p><strong>Passagens \u00e1reas ainda est\u00e3o encarecidas<\/strong><\/p>\n<p>Apesar do crescimento modesto do turismo, o encarecimento do transporte a\u00e9reo \u00e9 apontado como um dos desafios pela pesquisa, indicado pela desacelera\u00e7\u00e3o da quantidade de passageiros transportados nos \u00faltimos meses de 2023. Os n\u00fameros registrados entre maio e agosto de 2023 superaram a quantidade de passageiros transportados em 2019. Por\u00e9m, com o recente reajuste das passagens a\u00e9reas, a demanda voltou a cair. Dos 377 avaliados mensalmente pelo pr\u00f3prio IBGE no \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA), o subitem \u201cpassagens a\u00e9reas\u201d foi o que mais contribuiu para a infla\u00e7\u00e3o no \u00faltimo trimestre de 2023.<\/p>\n<p><strong>Alta de empregos<\/strong><\/p>\n<p>O crescimento do turismo em 2023 tamb\u00e9m est\u00e1 relacionado com a alta dos empregos. Entre mar\u00e7o e setembro de 2020, o setor teve que eliminar 470 mil vagas formais, em virtude da queda abrupta da atividade. Desde ent\u00e3o, gerou quase 624 mil vagas de emprego celetista, superando em 254 mil postos a retra\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho verificada em 2020. Para 2024, a CNC projeta um saldo entre admiss\u00f5es e desligamentos de 158 mil postos de trabalho no setor.<\/p>\n<p>Diante da expectativa predominante de menor crescimento econ\u00f4mico em 2024, a perspectiva da entidade \u00e9 que as atividades tur\u00edsticas apresentem avan\u00e7o mais modesto, de 2,3%, que o do ano passado (7,3%).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/t.rdsv2.net\/ls\/click?upn=u001.YNmlkT0dC3K1TX5vLmO5HCW8zI4xmHsmmSQ5s8EEH3-2BFhaHwblbc88Ae8E8v8IKaFrZUlG1cG-2FsP0NPcU-2Bpsh-2FF-2BS-2FGSt4m-2BQ4DPNVmV3CDCl2mFySe6NrLes0du1cjawIDbSWNHa91-2FeCZGXkFddQLRFIb9uoIeW-2F6BXSWnxrJknUki0R-2BQWoNvcZLvJOenBHtGvVTgm08QxaX8swTlSx1TKVvOEXtlcKNQZjcG1U8SqWGZ6g9he5m8HmRQGme3C4OGyb9Ysbqi-2BlkJrXVgPA-3D-3DqBGC_tEmgzw5dDAJnnNmJN954ZiXHOe0CqMouilMlM8ijppjSIK2Y7ur7FtS9-2BNbJQkeWtFCgkmKboMecm0q3nBi7l5aP4-2BrKRzyxijqpF5wczmhPlmprVolghXPhuTXy5E9RRO3O16XZd3ickkKjsbIey9pVvViYkeEyusz7fxxgl3XAZCiF8jOyoNxWxWliFubcPBd-2BUypWCD2SweeGZuER1-2B0xfR7tYzKCmYVvcrcfxpd76N7EQxDSMXajVgOjlC8l1Gi8qtTEi7t4bYkF0-2FdI4ozOzP3B5A0aNhBsO5tYD8-2BZ-2FPnT4WNp8U7yVR6A8ieRbvwIZ7pX-2Bysu-2BbXmiw9vms5qgP54df15zdCsB7ssLgh1wS7ZeWMf4RaQWPt9frZ9qzmmhoEX2vW2gHWJEf-2FdGvelTUzy6XCNYQ5e2ockgSmsxjvLEldTV4f2YygDOfhFYpg3T-2FyWg8g6W026RpC4WXbm2RmrQXgy7JRq8Gi-2BIjzYAzcojfnRw3yLFB5GXkjZ9OYFnF51EjlfTln7LQncWvOfx1-2FENw1MJs0wBA4UmfdxlbN4svCJBhi6UwTPIXsLVIan-2Fdw-2BygBGp5OGI9KD2t-2BVvFEdUDd4PhRbhdw34xRoE9veqbi323Mwxf4kUDxK7iGGM9eYxtZqg3-2F-2FHWmetMca-2BTR6XjFwp-2FsBukDnnbc-3D\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/t.rdsv2.net\/ls\/click?upn%3Du001.YNmlkT0dC3K1TX5vLmO5HCW8zI4xmHsmmSQ5s8EEH3-2BFhaHwblbc88Ae8E8v8IKaFrZUlG1cG-2FsP0NPcU-2Bpsh-2FF-2BS-2FGSt4m-2BQ4DPNVmV3CDCl2mFySe6NrLes0du1cjawIDbSWNHa91-2FeCZGXkFddQLRFIb9uoIeW-2F6BXSWnxrJknUki0R-2BQWoNvcZLvJOenBHtGvVTgm08QxaX8swTlSx1TKVvOEXtlcKNQZjcG1U8SqWGZ6g9he5m8HmRQGme3C4OGyb9Ysbqi-2BlkJrXVgPA-3D-3DqBGC_tEmgzw5dDAJnnNmJN954ZiXHOe0CqMouilMlM8ijppjSIK2Y7ur7FtS9-2BNbJQkeWtFCgkmKboMecm0q3nBi7l5aP4-2BrKRzyxijqpF5wczmhPlmprVolghXPhuTXy5E9RRO3O16XZd3ickkKjsbIey9pVvViYkeEyusz7fxxgl3XAZCiF8jOyoNxWxWliFubcPBd-2BUypWCD2SweeGZuER1-2B0xfR7tYzKCmYVvcrcfxpd76N7EQxDSMXajVgOjlC8l1Gi8qtTEi7t4bYkF0-2FdI4ozOzP3B5A0aNhBsO5tYD8-2BZ-2FPnT4WNp8U7yVR6A8ieRbvwIZ7pX-2Bysu-2BbXmiw9vms5qgP54df15zdCsB7ssLgh1wS7ZeWMf4RaQWPt9frZ9qzmmhoEX2vW2gHWJEf-2FdGvelTUzy6XCNYQ5e2ockgSmsxjvLEldTV4f2YygDOfhFYpg3T-2FyWg8g6W026RpC4WXbm2RmrQXgy7JRq8Gi-2BIjzYAzcojfnRw3yLFB5GXkjZ9OYFnF51EjlfTln7LQncWvOfx1-2FENw1MJs0wBA4UmfdxlbN4svCJBhi6UwTPIXsLVIan-2Fdw-2BygBGp5OGI9KD2t-2BVvFEdUDd4PhRbhdw34xRoE9veqbi323Mwxf4kUDxK7iGGM9eYxtZqg3-2F-2FHWmetMca-2BTR6XjFwp-2FsBukDnnbc-3D&amp;source=gmail&amp;ust=1708608521346000&amp;usg=AOvVaw2ekMF7XOkrKUgpZ82HEra9\"><strong>Acesse\u00a0aqui a an\u00e1lise completa<\/strong><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: CNC.org<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Setor tem o melhor desempenho na economia brasileira, enquanto turismo apresenta avan\u00e7o mais modesto. 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O turismo foi a atividade mais afetada pela crise sanit\u00e1ria, tendo perdido dois ter\u00e7os das suas receitas apenas nos dois primeiros meses de pandemia. Em algumas atividades espec\u00edficas do setor, como o transporte a\u00e9reo, as perdas foram ainda mais significativas, como diminui\u00e7\u00e3o de 95% no fluxo de passageiros, naquele per\u00edodo. Passagens \u00e1reas ainda est\u00e3o encarecidas Apesar do crescimento modesto do turismo, o encarecimento do transporte a\u00e9reo \u00e9 apontado como um dos desafios pela pesquisa, indicado pela desacelera\u00e7\u00e3o da quantidade de passageiros transportados nos \u00faltimos meses de 2023. Os n\u00fameros registrados entre maio e agosto de 2023 superaram a quantidade de passageiros transportados em 2019. Por\u00e9m, com o recente reajuste das passagens a\u00e9reas, a demanda voltou a cair. 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